A Doença do Refluxo Gastro Esofágico (DRGE) é a doença digestiva mais freqüente e acontece em até 50% da população.
Sinônimos e nomes populares:
Esofagite de refluxo, hérnia de hiato, azia e refluxo.
O que é?
É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno) anormal do conteúdo estomacal para o esôfago. Causa afogamento noturno e sensação de sufoco e morte eminente.
Na criança, ainda no primeiro ano de vida, pode ocorrer um refluxo gastro-esofágico excessivo, levando à devolução da mamada, a engasgos, a choro excessivo, a sono interrompido e quando repetitivo, predispõe a infecções e distúrbios respiratórios.
Doenças Relacionadas com o Sono
Ortopnéia
A ortopnéia ocorre devido à redistribuição dos líquidos do abdome e dos membros inferiores para o tórax, resultando no aumento da pressão hidrostática dos capilares pulmonares, assim como em conseqüência da elevação do diafragma na posição supina.
Os pacientes com ortopnéia precisam colocar vários travesseiros sob a cabeça à noite e geralmente acordam com falta de ar ou tosse (a chamada tosse noturna), caso a cabeça saia dos travesseiros.
Em geral, a sensação de falta de ar é aliviada pela posição ereta, já que essa postura reduz o retorno venoso e a pressão capilar pulmonar; muitos pacientes relatam sentir-se melhor quando sentados em frente a uma janela aberta.
Dispnéia
O desconforto respiratório que ocorre em conseqüência do aumento do esforço respiratório é o sintoma mais comum da insuficiência cardíaca.
Nas fases iniciais dessa doença, a dispnéia aparece apenas durante o esforço, quando pode ser devida simplesmente ao agravamento da falta de ar, que ocorre normalmente nessas circunstancias. Contudo, à medida que a insuficiência cardíaca progride, a dispnéia ocorre com esforços cada vez menos intensos.
Por fim, há falta de ar mesmo quando o paciente está em repouso. A diferença principal entre a dispnéia aos esforços dos indivíduos normais e nos pacientes com insuficiência cardíaca é a intensidade da atividade necessária para a produção dos sintomas. A dispnéia cardíaca é observada mais comumente nos pacientes com elevações das pressões capilar e venosa pulmonar.
Em geral, esses indivíduos têm veias pulmonares congestionadas e edema pulmonar intersticial, que podem ser evidenciadas na radiografia do tórax. Isso reduz a complacência dos pulmões e, assim, aumenta o trabalho dos músculos respiratórios necessário à insuflação dos pulmões.
A ativação dos receptores pulmonares produz as respirações rápidas e superficiais típicas da dispnéia cardíaca. O consumo de oxigênio pela respiração é aumentado pelo trabalho excessivo dos músculos respiratórios. Isto se soma à redução do fornecimento de oxigênio aos músculos, que ocorre em conseqüência da diminuição do débito cardíaco e que pode contribuir para a fadiga dos músculos respiratórios e sensação de falta de ar.
Dispnéia paroxística noturna
Esta expressão descreve as crises graves de falta de ar e tosse, que geralmente ocorrem à noite e acordam o paciente e podem ser muito assustadoras.
Embora a ortopnéia simples possa ser atenuada quando o paciente senta-se ereto à beira do leito com as pernas pendentes, o indivíduo com dispnéia paroxística noturna tem tosse e sibilos, que geralmente persistem mesmo nessa posição.
A depressão do centro respiratório durante o sono pode reduzir a ventilação a ponto de diminuir a pressão arterial de oxigênio, principalmente nos indivíduos com edema pulmonar intersticial e redução da complacência pulmonar.
Além disso, a função ventricular pode ser ainda mais prejudicada à noite, devido à diminuição da estimulação adrenérgica da função miocárdica.
A asma cardíaca está diretamente relacionada com a dispnéia paroxística e tosse noturnas e caracteriza-se por sibilos secundários ao broncospasmo, pior à noite.
O edema agudo do pulmão é uma forma grave de asma cardíaca, devida à elevação extrema da pressão capilar pulmonar resultando em edema alveolar; essa condição está associada a falta de ar extrema, estertores pulmonares e transudação e expectoração de líquido sanguinolento. Se não for tratado de imediato, o edema agudo do pulmão pode ser fatal.
Como se trata?
Em geral, o tratamento é clínico, com medidas educativas associadas aos medicamentos. A vídeo-laparoscopia vem facilitando o método cirúrgico, aplicado a casos selecionados, com resultados muito bons.
Além de combater a obesidade, é importante evitar grandes volumes às refeições e de deitar nas primeiras duas horas seguintes. Algumas pessoas beneficiam-se de dormir numa cama elevada pelos pés da cabeceira, em 20 a 25 cm. Outras, não se adaptam à posição: incham os pés, doem as costas, etc. Há controvérsias sobre restrição de diversos alimentos, particularmente, cítricos, doces e gordurosos.
Ajudam no controle dos sintomas, algumas medidas, como: evitar a bebida alcoólica, não deglutir líquidos muito quentes, ingerir um mínimo de líquidos durante ou logo após as refeições, evitar a ingestão de chá preto e café puro com estômago vazio.
Os medicamentos mais usados são os que diminuem o grau da acidez já lançada no estômago (os populares antiácidos) e aqueles que inibem a produção de ácido pelas células do estômago ("antiácidos sistêmicos"). Outros remédios de um grupo chamado de pró-cinéticos destinam-se a facilitar o esvaziamento do conteúdo estomacal em direção ao intestino, minimizando a quantidade capaz de refluir para o esôfago.
Uma queixa importante dos pacientes é a recidiva dos sintomas, particularmente da azia, poucos dias após o término dos medicamentos. Nesse momento, surge o questionamento do tratamento por tempo indeterminado ou do tratamento cirúrgico.
Vale dizer que o tratamento clínico combate muito bem os sintomas, mas não modifica a hérnia hiatal e poucas vezes muda o refluxo gastro-esofágico, propriamente dito.
Cirurgia:
Hoje em dia, a operação é realizada por videolaparoscopia sem abrir o abdômen ou cortar o estômago e rápida recuperação. É praticamente uma cirurgia plástica intra-abdominal.
Porque resolver o problema usando o Design
- O Refluxo é uma doença crônica, cujos sintomas tendem a voltar logo em seguida ou pouco após o final do tratamento;
- Estresse perturba a digestão;
- Existe uma alimentação correta que quase nunca é seguida pelo paciente;
- Certos remédios também prejudicam o funcionamento do diafragma: acido acetil-salicílico, anticoncepcionais, tetraciclina e suplementos de ferro.