O Dispositivo Portátil para levantar pé de cama deve ser feito em Alumínio, pois o mesmo pode ser reciclado facilmente e infinitas vezes.... além de ser um material reciclável, uma peça feita nesse material pode durar mais de uma geração facilmente, tornando o produto duas vezes sustentável.
A carcaça da cama com levitação magnética é feita de Fibra de vidro e resina, podendo ser polida e repintada com o passar dos anos, tornando-a sustentável pela durabilidade. Deve ser forrada com uma fina chapa de alumínio para evitar contato com os campos magnéticos gerados, os quais ainda não se sabem se são benéficos ou ruins ao ser humano.
O Levitron como modelo de dispositivo antigravitacional, não funcionaria pois a cama ou sua base, teria que estar em constante movimento de rotação, o que não seria viável para a segurança humana e desgaste das peças em contato. A Levitação da cama então poderia ser conseguida através do princípio chamado Efeito Casimir
http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_Casimir . O Diferencial básico é fazer com que a cama levite sem rotação da mesma, sendo que talvez seria necessário uma pilha ou bateria permanente alimentando o eletroíma mantendo-o em equilíbrio estável. Qualquer tentativa de ‘cair’, um sensor Hall acusaria a modificação na relutância do eletroímã e envia uma corrente mais intensa ao eletroímã (menos intensa se a tendência for ’subir’) mantendo a estabilidade.
Uma membrana de visco-elástico camuflaria as engrenagens que movimentadas eletrônicamente, proporcionariam as posições mais levantadas das pernas e pés da pessoa que estiver deitada. Estudamos os métodos hidráulicos e pneumáticos mas os mesmos são muito barulhentos, portanto dispensáveis ao projeto que pretende ter conceito futuristico. Como esta opção tornaria a cama muito menos atraente, desenvolvemos uma proteção lateral que levantaria automaticamente junto com o comando do controle remoto para elevar aposição das pernas.
A carcaça da cama poderia ser pintada com tinta "paramagnetic". O funcionamento é relativamente simples: antes da cama ser pintada, uma camada especial contendo partículas de óxido de ferro é aplicada na mesma. Então uma corrente elétrica ajusta os espaços entre os pequenos cristais do metal, afetando sua habilidade de refletir a luz e assim alterar sua cor. Uma leve corrente contínua de eletricidade é necessária para se manter a cor desejada. Quando a corrente é desligada, a pintura volta para a cor original. A cobertura consegue reproduzir qualquer cor visível pelo olho humano e leva menos de um segundo para mudar em todo o produto. As primeiras aplicações comerciais devem chegar ao mercado por volta de 2010.
http://www2.uol.com.br/interpressmotor/noticias/item20548.shl